Month: Janeiro 2017

Comissão Europeia procura empreendedores em Portugal

A Representação da Comissão Europeia em Portugal lança, esta sexta-feira, dia 27 de janeiro, a edição 2017 da Bolsa do Empreendedorismo, que pretende descobrir empreendedores em Portugal.

A iniciativa é apresentada formalmente no dia 27 de janeiro, às 11h00, na Representação da Comissão Europeia em Portugal, em Lisboa, e as Candidaturas estão on-line até 26 de fevereiro.

A Bolsa do Empreendedorismo 2017 tem por objetivo difundir informação sobre as iniciativas da União Europeia para a promoção do investimento, do crescimento e do emprego e proporcionar a potenciais empreendedores oportunidades para desenvolver as suas ideias, projetos ou empresas.

A iniciativa é composta por três fases, sendo que a primeira – o concurso “Elevator Pitch – IdeiasQueMarcam” – desafia todos aqueles que possuam uma ideia de negócio a submeter o seu projeto.

Para além de dois prémios de 5 mil euros cada, será dada formação aos finalistas, coaching personalizado, acesso a uma rede de contactos de diversos parceiros e informação sobre instrumentos de apoio a nível europeu.

Para assinalar a abertura das inscrições, que decorrem até 26 de fevereiro, a organização promove, já esta sexta-feira, às 11h00, na sede da Representação da Comissão Europeia em Portugal, uma sessão de apresentação.

Serão ainda organizadas e promovidas, durante o mês de fevereiro, cinco sessões de esclarecimento sobre o projeto, em Aveiro (dia 8), Coimbra (dia 9), Évora (dia 15), Amarante (dia 16) e Porto (dia 17).

A Entrada é livre mas sujeita a registo prévio em http://www.bolsadoempreendedorismo.pt/eventos/.

 

Fonte: RAPID/CE

‘Bolsas para Empreendedores no Espaço’ com candidaturas até 30 de agosto

O IPN – Instituto Pedro Nunes de Coimbra, no âmbito do Programa ESA BIC Portugal – Centro de Incubação de Empresas da Agência Espacial Europeia em Portugal, tem a decorrer um programa de ‘Bolsas para Empreendedores no Espaço’, cujas candidaturas terminam a 30 de agosto de 2017.

O Programa ESA BIC Portugal é um projeto estratégico e diferenciador para o desenvolvimento da região, sendo o “SIAC ESA BIC” cofinanciado pelo FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, através do Programa Operacional CENTRO 2020.

O Projeto “SIAC ESA BIC”, é um projeto inovador e com grande potencial de criação de empregos e riqueza, estando totalmente alinhado com a Estratégia de Especialização Inteligente do Centro de Portugal.

As ‘Bolsas para Empreendedores no Espaço’ visam estimular o empreendedorismo e espírito empresarial de jovens a desenvolverem as suas ideias de negócio, desde que relacionadas com o setor espacial.

Os projetos devem evidenciar a sua ligação ao espaço, ainda que as aplicações terrestres possam ser enquadradas em áreas tão diversas quanto a engenharia, biomedicina, transportes, logística, monitorização e geolocalização, observação da terra, desporto, entre outros.

Algumas das condições de elegibilidade  para concorrer a esta bolsas consiste nos projeto serem apresentado por jovens, entre 23 e 40 anos, com o grau mínimo de licenciatura.

Consulte aqui o REGULAMENTO das Bolsas para Empreendedores no Espaço e aceda ao FORMULÁRIO de candidatura.

Os bolseiros terão apoio financeiro para suportar o seu esforço no desenvolvimento das suas ideias de negócio inovadoras, bem como acompanhamento e ajuda no desenrolar dos projetos, num período de seis a 12 meses.

Para mais informações, consultar a página web do ESA BIC Portugal, ou contactar diretamente a equipa ESA BIC PT através do Email: space@ipn.pt

 

 

Fonte: IPN/Centro2020/Diário AsBeiras

Estratégia para a Indústria 4.0 terá apoio do Portugal 2020

Realizou-se, em Leiria, o LANÇAMENTO da Estratégia para a Indústria 4.0 onde o Governo anunciou um conjunto de 60 Medidas de Iniciativa Pública e Privada que deverão ter impacto sobre mais de 50 000 empresas a operar em Portugal e, numa fase inicial, permitirão requalificar e formar mais de 20 000 trabalhadores em competências digitais.

A Estratégia para a Indústria 4.0 prevê a mobilização dos FEEI – Fundos Europeus Estruturais e de Investimento, até 2,26 mil milhões de euros de incentivos, através do Portugal 2020, para a consciencialização, adoção e massificação de tecnologias associadas ao conceito de Indústria 4.0, nos próximos 4 anos.

No âmbito das 60 Medidas, está previsto serem injetados na economia até 4,5 mil milhões de euros de investimento em recursos relevantes para a transformação digital da economia através de financiamentos seguindo critérios específicos de elegibilidade.
Trabalho Conjunto

Para preparar as empresas portuguesas para a Industria 4.0, o Governo trabalhou, desde abril de 2016, com mais de 200 entidades e empresas em grupos de trabalho para diferentes setores, como a agroindústria (produção, transformação, transporte e armazenamento), o retalho (distribuição, comércio eletrónico, têxtil, calçado, etc.), turismo e automóvel (moldes, plásticos, maquinaria, robótica, eletrónica, etc.).

Estes grupos, compostos pelas maiores empresas dos seus setores, por PME e também por startups que dominam e estão a desenvolver soluções baseadas nas tecnologias características da quarta revolução industrial, têm facilitado o diálogo entre empresas, funcionários, associações, ciência e política e permitido a todos os agentes económicos ter uma compreensão uniforme do potencial da Indústria 4.0.

A missão destes grupos consistiu em produzir recomendações ambiciosas, mas realizáveis, para todos os envolvidos, com uma agenda adaptada às necessidades e ao potencial da nossa indústria.
Participação das Grandes Empresas

Pela primeira vez empresas multinacionais como a Altice-PT, a Bosch, a Deloitte, a Google, a Huawei, a Microsoft, a Siemens ou a Volkswagen associaram-se ao Governo para delinear uma estratégia nacional para a indústria. Estas empresas integram o Comité Estratégico da iniciativa Indústria 4.0, juntamente com a Agência Nacional de Inovação, o Compete, a CIP, a Cotec, a GS1, o IAPMEI, o IPQ e o Turismo de Portugal, num total de mais de 15 entidades.

No desenho desta estratégia adotou-se um processo de trabalho inovador que, desde o início, convidou as empresas a refletir em grupos de trabalho sobre a experiência que cada uma tem no domínio da indústria 4.0, ouvindo os problemas que identificaram e as soluções que propõem.

Foram 10 meses de intensa interação com as empresas, clusters de competitividade, centros tecnológicos, universidades, multinacionais e associações empresariais, numa metodologia de trabalho coordenada pela Deloitte, que foi parceiro estratégico do projeto Indústria 4.0.
Aplicação da Estratégia

Todas estas empresas e entidades continuarão envolvidas na implementação desta estratégia, pois diversas das medidas apresentadas são de iniciativa privada ou de cooperação entre as diversas entidades reunidas na plataforma Indústria 4.0.

Para assegurar uma eficaz implementação destas medidas, foi assinado um protocolo entre o Ministério da Economia e a Cotec Portugal que prevê que a Cotec fique responsável pela monitorização das medidas e também pela sua atualização, já que as necessidades de atuação em contextos digitais mudam rapidamente.

A grande maioria das medidas que compõem a estratégia para a Indústria 4.0 visam a capacitação dos recursos humanos com uma forte aposta na formação desde tenra idade e ao longo de toda a vida, sendo tratada como prioritária a reconversão dos trabalhadores e a criação de novos empregos.

Fonte: Portugal GOV.

PME inovadora portuguesa selecionada para ‘Processo Acelerado para a Inovação’ do Horizonte 2020

A Comissão Europeia vai atribuir 33,5 milhões de euros a 17 Projetos Inovadores que envolvem 80 parceiros de 19 países, entre os quais Portugal, a fim de acelerar o seu acesso ao mercado, no âmbito da sexta e última ronda do projeto-piloto FTI – Processo Acelerado para a Inovação, executado no âmbito do Horizonte 2020 – Programa de Investigação e Inovação da União Europeia.

Nesta última ronda encontra-se a Consulpav uma PME beneficiária portuguesa que faz parte de um consórcio, a quem foi atribuído o montante de 2,1 milhões de euros para facilitar a transição da sua ideia inovadora para o mercado.

 

Falando sobre o FTI Carlos Moedas, Comissário europeu responsável pela Investigação, Ciência e Inovação, afirmou que “Através do Horizonte 2020, pretendemos dar às empresas inovadoras o apoio de que necessitam para acelerar a transição das suas inovações para o mercado. Com base nos resultados promissores desta fase-piloto e tendo em conta o seu potencial contributo para a inovação na Europa, decidimos que o Processo Acelerado para a Inovação continuará em 2018-2020 como parte do novo Conselho Europeu da Inovação.

O projeto em que participa a PME portuguesa Consulpav tem por alvo o setor da indústria da pavimentação que enfrenta atualmente desafios variados à medida que aumenta a necessidade de pavimentos que exijam menor manutenção, mais silenciosos e mais ecológicos. A utilização de fragmentos de borracha derivados de pneus em fim de vida em misturas betuminosas dá, segundo os promotores do projeto, resposta a todas estas necessidades.

O FTI – Processo Acelerado para a Inovação foi lançado em janeiro de 2015 e, desde essa data, foram selecionados no total 94 projetos que envolvem 426 participantes de 27 países, o que representa um montante final de 200 milhões de euros em financiamento rápido.

As atividades apoiadas incluem sistemas de validação em condições reais de trabalho, ensaios, ações-piloto, validação de modelos empresariais, definição de normas e investigação pré‑normativa.

O Processo Acelerado para a Inovação vigorou durante o período 2015-2016, como iniciativa-piloto no âmbito do programa Horizonte 2020, e continuará em 2018-2020 como parte do novo Conselho Europeu da Inovação.

Fonte: RAPID-CE/Horizonte2020